sexta-feira, 30 de agosto de 2019



EFLUENTES COM ALTO TEOR DE ÓLEOS E GRAXAS

Coletamos e tratamos efluentes que contêm alta concentração de óleo, como graxas, borras oleosas de origem mineral, vegetal ou sintética, que vêm de indústrias químicas, petroquímicas e de acabamento de metais. Esses efluentes, com ou sem pré-tratamento, serão tratados para remover óleos e graxas, de modo a atender aos requisitos do artigo 19A do Decreto Estadual 8.468/76.


Efluentes recebidos:

Efluentes oleosos, borras de óleo e emulsões óleo / água provenientes de:


• Indústrias de laminação a quente, a frio.
• Produção de alumínio e de latas.
• Indústria de acabamento de metais.
• Processamento de alimentos e carcaças de animais.
• Produção de lã, processo de curtimento.
• Refinarias de petróleo.


Instalações de descarga:

• 3 baias para descarregamento simultâneo.
• Vazão média: 240 m³/dia.
• Capacidade: 16 caminhões/dia.


Processo de tratamento:

• Remoção de sólidos por gradeamento manual
• Remoção de óleos sobrenadantes por skimmer
• Floculação com adição de produtos químicos
• Flotação por ar dissolvido.


Destinação:

• Envio do líquido para a estação de tratamento da Sabesp, para remoção de carga orgânica por tratamento biológico
• O descarte dos resíduos sólidos é feito em empresa de tratamento certificada

Processo de tratamento:

• Remoção de sólidos grosseiros por gradeamento
• Remoção de areia, sólidos mais finos e gorduras através de roscas rotativas.


Destinação:

• Envio do líquido para a estação de tratamento da Sabesp, para remoção de carga orgânica por tratamento biológico
• O descarte dos resíduos sólidos é feito em empresa de tratamento certificada



Saiba mais, ligue para : 11 4722-3991 ou pelo Whats APP - 11 97087-9818 

Envie seu e-mail para logistica@gsambientais.com.br



TRATAMENTO DE EFLUENTES CARGA ORGANICA



TRATAMENTO DE EFLUENTES COM CARGA ORGÂNICA

Coletamos e destinamos para tratamento, efluentes com alta carga de orgânicos, que se enquadram nas especificações do artigo 19-A da legislação ambiental do Estado de São Paulo.

Efluentes recebidos:

Aterros sanitários, que geram lixiviados (chorume).
Instalações de descarga:

12 baias para descarregamento simultâneo.
Vazão média: 6.480 m³/dia.
Capacidade: 216 carretas de 30 m³/dia.
Processo de tratamento:

Remoção de sólidos por gradeamento mecanizado automático
Separação de óleos e graxas por gravidade e oil skimmer
Destinação:

Envio do líquido para estação de tratamento da Sabesp, para remoção de carga orgânica por tratamento biológico
O descarte dos resíduos sólidos é feito em empresa de tratamento certificada




Responsabilidade compartilhada: entenda mais sobre legislação e logística reversa




Responsabilidade compartilhada: entenda mais sobre legislação e logística reversa
Entende-se por responsabilidade compartilhada um conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, bem como dos consumidores e dos encarregados dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos.

Foi criada a fim de minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, além dos impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos mal descartados.


Lei 12.305/2010 Art. 3° Inciso XVII – Responsabilidade Compartilhada pelo Ciclo de Vida dos Produtos: conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos desta Lei.

Objetivos da responsabilidade compartilhada:

• Redução da geração de resíduos sólidos
• Redução do desperdício de materiais
• Redução da poluição
• Redução dos danos ambientais
• Estímulo ao desenvolvimento de mercados, produção e consumo de produtos derivados de materiais reciclados e recicláveis

A destinação final dos resíduos deve ser realizada por meio de sistema de logística reversa de pós-consumo, que consiste na organização dos canais de captação de bens descartados, para que recebam tratamento adequado no retorno ao meio ambiente.

A logística reversa é um dos instrumentos para aplicação da responsabilidade compartilhado pelo ciclo de vida dos produtos. A Política Nacional de Resíduos Sólidos define a logística reversa como um "instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”.

Com esse sistema de arrecadação dos bens, a implantação de programas de coleta seletiva, de reciclagem dos materiais, ou o aterramento e a incineração do lixo, são feitos de maneira muito mais prática.

O gerador de resíduos só terá sua responsabilidade suspensa a partir do momento em que lhes der destinação final ambientalmente adequada. Já que, todos são responsáveis pela destinação correta dos produtos, por terem sido proprietários deles uma vez, seja ao adquiri-los como matéria-prima ou bens de consumo.

Caso o gerador contrarie suas obrigações, ele será responsável pelos danos ambientais que vierem a ser provocados pelo gerenciamento inadequado de seus resíduos, respondendo a processo por crime ambiental e devendo arcar com os custos decorrentes de possíveis contaminações, além de estar sujeito à aplicação de multas que variam entre R$ 5 mil e R$ 50 milhões.

A responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos é um importante instrumento na solução de um dos maiores desafios que a sociedade encara atualmente em relação a geração excessiva de resíduos. Tal como a consequente escassez de áreas aptas para a construção de aterros sanitários, capazes de evitar danos ou riscos à saúde pública e ao meio ambiente, minimizando os impactos ambientais.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Soluções para os Resíduos Sólidos




  • Adotar a reciclagem como prática produtiva. Se o País reciclasse todas as latas de aço que consome, seria possível evitar a retirada de 900 mil toneladas de minério de ferro por ano e economizaria energia equivalente ao consumo de quatro bilhões de lâmpadas de 60 Watts.
  • Reduzir a quantidade de lixo produzido nas casas e nas indústrias.
  • Aproveitar tudo o que puder dos alimentos, economizando também nas quantidades. Por exemplo: talos, cascas e folhas de frutas, verduras e legumes são altamente nutritivos e, com um pouco de criatividade, podem ser transformados em pratos saborosos.
  • Pensar bem antes de jogar fora os restos dos alimentos. Será melhor colocá-los em uma embalagem e dar aos que têm fome do que alimentar os ratos que vivem nos lixões.
  • Reutilizar diversos produtos antes de jogá-los fora, usando-os para a mesma função original ou criando novas formas de utilização.
  • Doar o que ainda serve para outras pessoas e instituições de caridade. Exemplos: roupas a ser reformadas, móveis restaurados, vidros e plásticos transformados em utilidades.
  • Repensar os hábitos de consumo e de desperdício. Consumir o nescessário, mas sem exageros. É importante consumir produtos mais duráveis.
  • Não jogar papéis, latinhas e bitucas de cigarro nas ruas, pois vão direto para os bueiros, causando entupimentos e enchentes. Os únicos responsáveis pela poluição das águas, mares, rios e lagos somos nós, a população.
Pontos Positivos da Reciclagem de Resíduos Sólidos Urbanos
  • Altas taxas de reciclagem para materiais de valor e fáceis de separar
  • Ação de catadores de rua, que em muito contribuem para as taxas de reciclagem
  • Municípios com Coleta Seletiva e com programas sociais para inclusão de catadores
  • Venda de recicláveis é fonte de renda de muitas famílias


segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Aprendendo a fazer a compostagem





Aprendendo a fazer a compostagem

Muitas pessoas acreditam que um bom composto é difícil de ser feito ou exige um grande espaço para ser produzido; outras acreditam que é sujo e atrai animais indesejáveis. Se for bem feito, nada disto será verdadeiro. Um composto pode ser produzido com pouco esforço e custos mínimos, trazendo grandes benefícios para o solo e as plantas. Mesmo em um pequeno quintal ou varanda, é possível preparar o composto e, desta forma, reduzir a produção de resíduos inclusive nas cidades. Por exemplo, com restos das podas de parques e jardins se produz um excelente composto para ser utilizado em hortas, na produção de mudas, ou para ser comercializado como adubo para plantas ornamentais. Desta forma, são obtidos dois ganhos ao mesmo tempo: com a produção do composto propriamente dita e um benefício indireto que é a redução de gastos de transporte e destinação do lixo orgânico produzido pela comunidade local.

Outro engano muito comum é mandar para a lata do lixo partes dos alimentos que poderiam ir para o prato: folhas de muitas hortaliças (como as da cenoura e da beterraba), talos, cascas e sementes são ricas fontes de fibra e de vitaminas e minerais fundamentais para o bom funcionamento do organismo. O que comprova que a melhoria da saúde tanto de famílias ricas ou pobres pode ser conseguida como medidas simples como o aproveitamento integral de alimentos, e o desenvolvimento de bons hábitos de vida e nutrição.

Todos os restos de alimentos, estercos animais, aparas de grama, folhas, galhos, restos de culturas agrícolas, enfim, todo o material de origem animal ou vegetal pode entrar na produção do composto.

 Contudo, existem alguns materiais que não devem ser usados na compostagem, que são:
 madeira tratada com pesticidas contra cupins ou envernizadas.
vidro, metal, óleo, tinta, couro, plástico e papel, que além de não serem facilmente degradados pelos microorganismos, podem ser transformados através da reciclagem industrial ou serem reaproveitados em peças de artesanato.

A fabricação do composto imita este processo natural, porém com resultado mais rápido e controlado. A seguir, serão descritos os materiais e as etapas para a elaboração das pilhas de composto numa propriedade rural.

Materiais para fazer o composto

  -  Esterco de animais.

  -  Qualquer tipo de plantas, pastos, ervas, cascas, folhas verdes e secas

  -  Palhas

  -  Todas as sobras de cozinha que sejam de origem animal ou vegetal: sobras de comida, cascas de ovo,
     entre outros.

  -  Qualquer substância que seja parte de animais ou plantas: pêlos, lãs, couros, algas.

Observação: Quanto mais variados e mais picados (fragmentados) os componentes usados, melhor será a qualidade do composto e mais rápido o término do processo de compostagem.

Modo de preparo das pilhas de composto

Escolha do local: deve-se considerar a facilidade de acesso, a disponibilidade de água para molhar as pilhas, o solo deve possuir boa drenagem. Também é desejável montar as pilhas em locais sombreados e protegidos de ventos intensos, para evitar ressecamento.

Iniciar a construção da pilha colocando uma camada de material vegetal seco de aproximadamente 15 a 20 centímetros, com folhas, palhadas, troncos ou galhos picados, para que absorva o excesso de água e permita a circulação de ar.

Terminada a primeira camada, deve-se regá-la com água, evitando encharcamento e, a cada camada montada, deve-se umedecê-la para uma distribuição mais uniforme da água por toda a pilha.

Na segunda camada, deve-se colocar restos de verduras, grama e esterco. Se o esterco for de boi, pode-se colocar 5 centímetros e, se for de galinha, mais concentrado em nitrogênio, um pouco menos.

Novamente, deposita-se uma camada de 15 a 20 cm com material vegetal seco, seguida por outra camada de esterco e assim sucessivamente até que a pilha atinja a altura aproximada de 1,5 metros. A pilha deve Ter a parte superior quase plana para evitar a perda de calor e umidade, tomando-se o cuidado para evitar a formação de “poços de acumulação” das águas das chuvas.

Vale lembrar que durante a compostagem existe toda uma sequência de microorganismos que decompõem a matéria orgânica, até surgir o produto final, o húmus maduro. Todo este processo acontece em etapas, nas quais fungos, bactérias, protozoários, minhocas, besouros, lacraias, formigas e aranhas decompõem as fibras vegetais e tornam os nutrientes presentes na matéria orgânica disponíveis para as plantas.

Além disso, o processo da compostagem traz em si, outros resultados que favorecerão o posterior desenvolvimento das culturas agrícolas no campo, tais como:

 -  Diminuição do teor de fibras do material, o que no caso do composto que será incorporado ao solo evitará
    o fenômeno da “fixação do nitrogênio”, que provoca a falta deste nutriente para a planta.

 -  Destruição do poder de germinação de sementes de plantas invasoras (daninhas) e de organismos causadores
    de doenças (patógenos).

 -  Degradação de substâncias inibidoras do crescimento vegetal existente na palha in natura (não compostada)


Compostagem e Composto: definição e benefícios




Compostagem e Composto: definição e benefícios 


A compostagem é o processo de transformação de materiais grosseiros, como palhada e estrume, em materiais orgânicos utilizáveis na agricultura. Este processo envolve transformações extremamente complexas de natureza bioquímica, promovidas por milhões de microorganismos do solo que têm na matéria orgânica in natura sua fonte de energia, nutrientes minerais e carbono.
Por essa razão uma pilha de composto não é apenas um monte de lixo orgânico empilhado ou acondicionado em um compartimento. É um modo de fornecer as condições adequadas aos microorganismos para que esses degradem a matéria orgânica e disponibilizem nutrientes para as plantas.

Mas, o que é exatamente o composto?

Dito de maneira científica, o composto é o resultado da degradação biológica da matéria orgânica, em presença de oxigênio do ar, sob condições controladas pelo homem. Os produtos do processo de decomposição são: gás carbônico, calor, água e a matéria orgânica “compostada”.
O composto possui nutrientes minerais tais como nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre que são assimilados em maior quantidade pelas raízes além de ferro, zinco, cobre, manganês, boro e outros que são absorvidos em quantidades menores e, por isto, denominados de micronutrientes. Quanto mais diversificados os materiais com os quais o composto é feito, maior será a variedade de nutrientes que poderá suprir. Os nutrientes do composto, ao contrário do que ocorre com os adubos sintéticos, são liberados lentamente, realizando a tão desejada “adubação de disponibilidade controlada”. Em outras, palavras, fornecer composto às plantas é permitir que elas retirem os nutrientes de que precisam de acordo com as suas necessidades ao longo de um tempo maior do que teriam para aproveitar um adubo sintético e altamente solúvel, que é arrastado pelas águas das chuvas.

Outra importante contribuição do composto é que ele melhora a “saúde” do solo.  A matéria orgânica compostada se liga às partículas (areia, limo e argila), formando pequenos grânulos que ajudam na retenção e drenagem da água e melhoram a aeração. Além disso, a presença de matéria orgânica no solo aumenta o número de minhocas, insetos e microorganismos desejáveis, o que reduz a incidência de doenças de plantas.

Na agricultura agroecológica a compostagem tem como objetivo transformar a matéria vegetal muito fibrosa como palhada de cereais, capim já “passado”, sabugo de milho, cascas de café e arroz, em dois tipos de composto : um para ser incorporado nos primeiros centímetros de solo e outro para ser lançado sobre o solo, como uma cobertura. Esta cobertura se chama “mulche” e influencia positivamente as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo. Dentro os benefícios proporcionados pela existência dessa cobertura morta no solo, destacam-se :

Dentro os benefícios proporcionados pela existência dessa cobertura morta no solo, destacam-se :

Estímulo ao desenvolvimento das raízes das plantas, que se tornam mais capazes de absorver água e nutrientes do solo.

Aumento da capacidade de infiltração de água, reduzindo a erosão.



Mantém estáveis a temperatura e os níveis de acidez do solo (pH).



Dificulta ou impede a germinação de sementes de plantas invasoras (daninhas).



Ativa a vida do solo, favorecendo a reprodução de microorganismos benéficos às culturas agrícolas.

Preparar o composto de forma correta significa proporcionar aos organismos responsáveis pela degradação, condições favoráveis de desenvolvimento e reprodução, ou seja, a pilha de composto deve possuir resíduos orgânicos, umidade e oxigênio em condições adequadas.

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

EDUCAÇÃO AMBIENTAL




EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A preservação do meio ambiente é uma preocupação global


Educação Ambiental foi criada com objetivo de alertar aos cidadãos sobre os problemas causados ao meio ambiente, consequentes das atividades humanas. Bem como estimular a criação de ações que visem a preservação dos recursos naturais. 

Mas você sabe o que é meio ambiente? De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU) é o conjunto de elementos físicos, químicos, biológicos e sociais que podem causar efeitos diretos ou indiretos sobre os seres vivos e as atividades humanas.

É importante, mais do que nunca, relembrar que o homem e a natureza possuem uma relação de interdependência. E isso é visto desde os primórdios, quando ele extraia da natureza recursos para satisfazer necessidades básicas como alimentação, moradia e vestimenta. 

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Qual a diferença entre Coleta Seletiva e Logística Reversa?



Qual a diferença entre Coleta Seletiva e Logística Reversa?

A logística reversa é a obrigação dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de determinados tipos de produtos (como pneus, pilhas e baterias, lâmpadas fluorescentes...) de estruturar sistemas que retornem estes produtos ao setor empresarial, para que sejam reinseridos no ciclo produtivo ou para outra destinação ambientalmente adequada.

Enquanto a coleta seletiva é uma obrigação dos titulares dos serviços de manejo de resíduos sólidos (poder público), a logística reversa é uma obrigação principalmente do setor empresarial pois, em geral, tratam-se de resíduos perigosos.

https://www.gsambientais.com.br/valorizacaoderesiduos

Coleta Seletiva



Coleta Seletiva

O que é coleta seletiva?

Coleta seletiva é a coleta diferenciada de resíduos que foram previamente separados segundo a sua constituição ou composição. Ou seja, resíduos com características similares são selecionados pelo gerador (que pode ser o cidadão, uma empresa ou outra instituição) e disponibilizados para a coleta separadamente. 

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a implantação da coleta seletiva é obrigação dos municípios e metas referentes à coleta seletiva fazem parte do conteúdo mínimo que deve constar nos planos de gestão integrada de resíduos sólidos dos municípios.


Por que separar os resíduos sólidos urbanos?

Cada tipo de resíduo tem um processo próprio de reciclagem. Na medida em que vários tipos de resíduos sólidos são misturados, sua reciclagem se torna mais cara ou mesmo inviável, pela dificuldade de separá-los de acordo com sua constituição ou composição. O processo industrial de reciclagem de uma lata de alumínio, por exemplo, é diferente da reciclagem de uma caixa de papelão. 


quarta-feira, 21 de agosto de 2019

conscientização do uso da água potável



Aprenda como economizar água sem muito esforço e a reutilizá-la também, seja do banho ou da lavanderia

Em meio a tantos programas de conscientização do uso da água potável ainda há muito desperdício. Desperdício de água no banho, ao lavar a louça, ao escovar os dentes, lavar calçada, etc.
O Brasil passou por uma séria crise de abastecimento de água potável no Brasil, uma porque não chovia há muitos meses e outra por desperdício. Todo estado sofreu e, ainda que tenhamos nos recuperado, é importante seguir algumas dicas de economia de água dentro de casa, para que as próximas gerações não sofram com a falta desse recurso indispensável para a vida de todo o planeta.
Então vamos lá:
Separamos as dicas por locais dentro de casa que consumimos água e como podemos fazer para economizá-la.

Economia de água em casa:

1 – Na cozinha
– Ao lavar a louça jamais ensaboe com a água escorrendo. Isso faz com que o desperdício seja enorme..
– Não jogue óleo de cozinha usado pelo ralo da pia, esse ato polui mais de 20 mil litros de água, além de entupir o encanamento e deixar mau cheiro.
2 – No banheiro
– Ao tomar banho deixe um balde vazio ao lado do chuveiro, deixe a água escorrer até encher. Ao usar o vaso sanitário despeje essa água como se fosse uma descarga. Isso economiza cerca de 20 mil litros de água.
– O mesmo vale para quando lavar o banheiro: utilize a água do chuveiro para lavar o local.
– Os vasos sanitários que possuem válvulas na parede gastam cerca de 30 mil litros.
– Reduza o tempo no banho, pois é o momento que mais se gasta água. O ideal é apenas 7 minutos de banho, mas tem gente que leva até 15 minutos. Desperdiça milhares de litros de água.
– Escove os dentes com a torneira fechada. Abra-a somente para enxágue.
3 – No jardim e na calçada
– Varra ao invés de lavar, quando possível.
– Se quiser lavar a calçada reutilize água de casa e não gaste uma nova água. Exemplo: você pode juntar água do chuveiro quando se toma banho. Mas se não houver uma grande necessidade, não utilize uma nova água para limpar a calçada. Ela pode esperar.
– Você também pode reutilizar água da máquina de lavar.
4 – Na lavanderia
– Junte todas as roupas até encher completamente a máquina, evitando, assim, várias lavagens, quando se pode fazer uma ou duas.
– Use a água coletada no banho para deixar roupas de molho.
5 – Em hortas
– Você pode utilizar um borrifador de água ou mangueira com menor pressão, que ajudam a economizar água.
6 – Dicas no geral
– Esteja sempre em alerta com as torneiras e, ao menor sinal de vazamento chame um técnico para consertar.

PGRSS




Quais as variações do PGRS?

Como existem diversos tipos de resíduos gerados nas mais variadas esferas organizacionais, o PGRS pode ser modificado para atender à uma área específica. Assim, pode ter orientações e ações mais personalizadas aos resíduos característicos do setor desejado.

Os principais são:

PGRSS

A sigla PGRSS, ou Plano de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde, trata especificamente de todos os resíduos gerados em serviços aplicados à saúde humana e animal.

Como é de se imaginar, os resíduos da área medicinal possuem particularidades. Pode haver contaminação, presença de organismos patogênicos, possíveis transmissores de doenças, etc. Assim, eles necessitam de um manejo e controle especial para a segurança de todas as pessoas envolvidas em seu manuseio e disposição final. É aí que entra o PGRSS.

Diversos serviços de saúde estão sujeitos à obrigatoriedade da elaboração deste documento previsto na legislação, são eles:

Laboratórios
Hospitais
Consultórios
Clínicas odontológicas
Hospitais veterinários
Necrotérios
Funerárias
Farmácias
Drogarias
Instituições voltadas à pesquisa medicinal
Estabelecimentos de tatuagens.

PGRCC
Outra vertente é o Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil ou PGRCC. Este documento trata dos resíduos gerados em obras, reformas, escavações de solo, demolições e todas as vertentes da construção civil.

Neste documento, cerâmicas, resinas, madeiras, tintas, plásticos, vidros, metais e todos os resíduos que podemos associar às construções são qualificados, quantificados e o gerenciados pelo PGRCC.

Como são classificados os resíduos sólidos?
Os resíduos sólidos são materiais, substâncias, objetos ou bens descartados resultantes de atividades humanas em sociedade, cuja destinação final se dará nos estados sólido ou semissólido – seja antes, no momento do mesmo ou após o descarte dos compostos.

Além disso, gases contidos em recipientes e líquidos que estejam contaminados ou cujas particularidades inviabilizem seu lançamento na rede pública de esgotos, em corpos d’água (qualquer grande acumulação de água) ou que exijam soluções de difícil acesso técnico ou econômico.

Os mesmos são classificados desta maneira:

Quanto à origem:


  1. Resíduos domiciliares:  os originários de atividades domésticas em residências urbanas;
  2. Resíduos de limpeza urbana: os originários da varrição, limpeza de logradouros e vias públicas e outros serviços de limpeza urbana;
  3. Resíduos sólidos urbanos: os englobados nas 2 categorias anteriores;
  4. Resíduos de estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços: os gerados nessas atividades;
  5. Resíduos dos serviços públicos de saneamento básico: os gerados nessas atividades, exceto os que se enquadram nos resíduos sólidos urbanos;
  6. Resíduos industriais: os gerados nos processos produtivos e instalações industriais;
  7. Resíduos de serviços de saúde: os gerados nos serviços de saúde, conforme definido em regulamento ou em normas estabelecidas pelos órgãos  de saúde nacionais;
  8. Resíduos da construção civil: os gerados nas construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil, incluídos os resultantes da preparação e escavação de terrenos para obras civis;
  9. Resíduos agrossilvopastoris: os gerados nas atividades agropecuárias e silviculturais, incluídos os relacionados a insumos utilizados nessas atividades;
  10. Resíduos de serviços de transportes: os originários de portos, aeroportos, terminais alfandegários, rodoviários e ferroviários e passagens de fronteira;
  11. Resíduos de mineração: os gerados na atividade de pesquisa, extração ou beneficiamento de minérios;

Quanto à periculosidade:

Resíduos perigosos: aqueles que, em razão de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, patogenicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade e mutagenicidade, apresentam significativo risco à saúde pública ou à qualidade ambiental, de acordo com lei, regulamento ou norma técnica;

Resíduos não perigosos: aqueles não enquadrados na categoria anterior;
Ainda quanto à classificação, quando não é identificada qualquer possibilidade de tratamento ou recuperação do resíduo por procedimentos tecnológicos acessíveis, o mesmo é então classificado como rejeito e destinado à um local ambientalmente adequado.

OS SEGREDOS DO PGRS – DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE UM DOS MAIS IMPORTANTES REQUISITOS DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL


Os segredos do PGRS – Dúvidas frequentes sobre um dos mais importantes requisitos da legislação ambientale acordo com a Lei 12.305 (vigente desde 2010), que diz respeito à Política Nacional de Resíduos Sólidos, a elaboração do documento PGRS é obrigatória aos estabelecimentos geradores de resíduos sólidos.

Mas o que é PGRS? Será que preciso dele em minha empresa?

Neste texto, iremos esclarecer estas e outras dúvidas que você possa ter sobre este importante documento. Confira as dúvidas mais comuns sobre o PGRS:

O que é?
O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) é um documento integrante do processo de licenciamento ambiental, que comprova a capacidade de uma empresa de gerir de modo ambientalmente correto todos os resíduos que gera.

Nele estão contidas conjuntos de ações a serem realizadas nas fases de coleta, transporte, tratamento e destinação final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos gerados.

O PGRS oferece uma segurança de que os processos produtivos serão controlados, minimizando a geração de resíduos na fonte, reduzindo e evitando grandes poluições ambientais e suas consequências para a saúde pública e desequilíbrio da fauna e da flora. Além disso, se executado de maneira correta, é uma importante ferramenta para redução de custos, organização e gestão da empresa.
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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Lixo Químico




Existe um tipo específico de lixo que não pode ser descartado de qualquer forma.

Eles são considerados como lixos químicos, que são pilhas, baterias, termômetros, lâmpadas fluorescentes, agrotóxicos, remédios vencidos, alguns resíduos industriais e hospitalares e os demais produtos e materiais que contenham em sua composição elementos químicos e tóxicos cujas propriedades apresentem um elevado grau de nocividade.

O impacto do lixo no meio ambiente é enorme e as substâncias tóxicas neles presentes podem contaminar o solo, rios, cursos d’água, lençol freático, animais e, consequentemente, também os seres humanos, por isso é importante que esses resíduos tenham um destino especial. Já que eles promovem também a proliferação de gases tóxicos e líquidos que poluem o meio ambiente.

Devido à recorrente falta de instrução da população é comum que muitas pessoas não saibam onde descartar esse lixo. No entanto, existem pontos de coleta específicos para onde ele deve ser levado, como postos de saúde, agências bancárias, escolas, supermercados e a Secretaria do Meio Ambiente de sua cidade.

Pilhas, baterias e aparelhos eletrônicos, por exemplo, devem ser separados do lixo comum e destinados para postos de coleta específicos ou devolvidas aos fabricantes.


Lâmpada fluorescente.
Da mesma forma as lâmpadas fluorescentes, por serem compostas por mercúrio, devem ser destinadas aos postos de recolhimento, ou mesmo às lojas que as comercializam. Já os remédios vencidos devem ser encaminhados aos centros de recebimento, como as Unidades Básicas de Saúde (UBS).

É responsabilidade de todos reduzir a quantidade de lixo produzido e descartar o lixo químico de modo a ter o menor impacto possível sobre o meio ambiente. É ainda fundamental que se entenda tudo sobre lixo e possua experiência técnica para se administrar esse grande desafio de forma eficaz.

CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS - RSS




CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS - RSS

Segundo a RDC 306/04 da ANVISA e resolução 358/05 do CONpaAMA, os Resíduos de Serviços de Saúde são classificados em:

-Grupo A (Subgrupos A1, A2, A3, A4 e A5) – Risco biológico. 
-Grupo B (Resíduos Químicos) – Risco químico. 
-Grupo C (Resíduos Radioativos) – Risco radiológico. 
-Grupo D (Resíduos domésticos) – Não oferece risco. 
-Grupo E (Resíduos Perfuro cortantes) – Risco biológico.

Grupo A1: Resíduos provenientes de manipulação de microorganismos, inoculação, manipulação genética, ampolas e frascos e todo material envolvido em vacinação, materiais envolvidos em manipulação laboratorial, material contendo sangue, bolsas de sangue ou contendo hemocomponentes. Este resíduo deve ser acondicionado pelo gerador em saco branco leitoso com símbolo de risco infectante.

Grupo A2: Corresponde a carcaças, peças anatômicas, vísceras animais e até mesmo animais que foram submetidos a processo de experimentação com microorganismos que possam causar epidemia.  Como estes resíduos possuem um alto grau de risco, devem ser acondicionados em sacos vermelhos contendo símbolo de risco infectante.

Grupo A3: Peças anatômicas (membros humanos), produtos de fecundação sem sinais vitais, com peso inferior a 500 gramas e estatura menor que 25 cm, devem ser acondicionados pelo gerador em saco vermelho com símbolo de risco infectante.

Grupo A4: Kits de linha arteriais, filtros de ar e de gases aspirados de áreas contaminadas, sobras de laboratório contendo fezes, urina e secreções, tecidos e materiais utilizados em serviços de assistência á saúde humana ou animal, órgãos e tecidos humanos, carcaças, peças anatômicas de animais, cadáveres de animais e outros resíduos que não tenham contaminação ou mesmo suspeita de contaminação com doença ou microorganismos de importância epidemiológica. Estes resíduos devem ser acondicionados pelo gerador em sacos branco leitoso com símbolo de risco infectante.

Grupo A5: Órgãos, tecidos, fluidos e todos os materiais envolvidos na atenção à saúde de indivíduos ou animais com suspeita ou certeza de contaminação por príons (agentes infecciosos compostos por proteínas modificadas). Estes materiais devem ser acondicionados pelo gerador em 2 sacos vermelhos (um dentro de outro) contendo símbolo de risco infectante.


Grupo B - Químicos

Trata-se de medicamentos, cosméticos, reagentes de laboratório, produtos saneantes domissanitários, produtos usados em revelação de exames e etc. No caso dos reagentes de laboratório ou outros materiais líquidos, o gerador deve efetuar a correta segregação, identificação (nome do produto) e o acondicionamento, que deverá ser feito levando em conta a incompatibilidade química dos materiais, para evitar acidentes.

Grupo C - Radioativo

Grupo D - Resíduos comuns
Os resíduos comuns não são coletados pela empresa, ficando a cargo do setor público a coleta dos mesmos.

Grupo E - Perfuro cortantes

Os resíduos perfuro cortantes como, agulhas, escalpes, bisturis e outros, devem ser acondicionados no local de sua geração em embalagens estanques, resistentes a punctura, ruptura, vazamento e devidamente identificado através do símbolo de risco correspondente. Nunca devem ser colocados diretamente em sacos plásticos juntamente com outros resíduos infectantes, pois pode provocar acidentes.


segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Consciência ambiental



Consciência ambiental é saber que, em última análise, não existe distinção entre o ser e o meio. Infelizmente, desde a revolução industrial, o homem desenvolveu uma noção equivocada de que ele pode controlar o meio. Mas estamos, enfim, descobrindo a realidade de que vivemos em um sistema fechado, finito.

A importância do tratamento correto de resíduos industriais



A importância do tratamento correto de resíduos industriais

Entenda por que o tratamento correto de resíduos industriais vai além do cumprimento da legislação ambiental


A destinação correta dos resíduos deve fazer parte da rotina de empresas de todas as áreas. Esse tipo de preocupação começa com a elaboração de um plano de gestão de resíduos, que visa identificar todos os tipos de resíduos existentes na empresa, como efluentes industriais, efluentes sanitários, resíduos orgânicos, recicláveis e a destinação. Além da preocupação com o meio ambiente, que cada vez mais faz parte da pauta empresarial, há outras implicações para os negócios quando as empresas deixam de tratar seus resíduos.


1. Sustentabilidade

Além dos resíduos orgânicos e os recicláveis, indústrias podem produzir resíduos industriais líquidos poluidores. Seu descarte incorreto provoca modificações nas características do solo e da água e contamina o meio ambiente.

2. Crime ambiental
O Decreto Estadual 8468 de 1976 e o Conama 357 são leis rígidas para o estado de São Paulo. O descarte de resíduos líquidos em rios ou na rede de esgoto sem tratamento é crime. Ou seja, quem pratica o ato está sujeito a autuações e multas de órgãos como Cetesb, Ibama, Polícia Ambiental e Ministério Público e, casos extremos, prisão dos responsáveis pelas empresas envolvidas. Quem tem a certificação ambiental ISO 14001 também pode perdê-la.

3. Prejuízo à Saúde
Os resíduos jogados nos rios poluem e prejudicam a vida de peixes e outros seres vivos e, consequentemente, interferem na rotina do ser humano, causando doenças e até a morte. Quantas crianças já não morreram de hepatites e de cólera? Falamos mais a respeito no artigo Conheça as doenças causadas pelo “não tratamento” do esgoto.

4. Perda de financiamentos
Bancos exigem o licenciamento ambiental para financiar projetos, uma vez que também podem ser punidos se as obras financiadas prejudicarem o meio ambiente. Por exemplo, a Lei 6.938/81, artigo 12 prevê que é possível sanção administrativa por danos causados ao meio ambiente, resultando em perda ou suspensão de participação em linhas de financiamento público.

5. Marketing verde
Os clientes começam a preferir empresas que dão valor ao meio ambiente e que priorizam a sustentabilidade. Empresas que enxergam isso, como a fabricante de cosméticos Natura, se diferenciam no mercado. Mas é importante frisar que não basta apenas criar a mensagem; é preciso que ela se reflita nas atitudes corporativas.

É por isso que investir em tratamento de resíduos compensa

É claro que o investimento na separação e no tratamento dos diferentes resíduos tem um custo, mas ele é irrisório quando comparado aos benefícios trazidos e aos problemas evitados. Abaixo sugiro algumas alternativas de tratamento e reaproveitamento de resíduos líquidos e sólidos em evidência atualmente:

É uma das alternativas mais econômicas e eficientes para a degradação da matéria orgânica de efluentes biodegradáveis, pois reproduz os fenômenos da natureza em menor tempo fazendo a degradação dos resíduos por meio de agentes biológicos como bactérias, protozoários e algas.

Quer saber mais a respeito? Conheça as etapas do tratamento biológico de efluentes.
Tratamento físico-químico de efluentes

É usado para remover poluentes que não podem ser removidos por processos biológicos convencionais.

Esse tipo de tratamento também é usado para reduzir a carga orgânica antes do tratamento biológico.

Com isso, a carga orgânica das ETEs (estação de tratamento de efluentes) biológica é também diminuída.

Por último, as ETAs (Estações de Tratamento de Água) também usam o tratamento físico-químico para tornar a água potável.

Compostagem de resíduos orgânicos

Trata os resíduos orgânicos industriais, agroindustriais e agropecuários fazendo a reciclagem e reaproveitamento do resíduo, por meio da transformação das características do material em produtos ricos em nutrientes e úteis para outros segmentos como o fertilizante orgânico composto e o substrato para plantas, com qualidade e eficiência comprovadas.

Quer saber como esse processo é realizado? Veja mais em Como a compostagem é usada para fabricar fertilizante orgânico?

Como mostramos, há diversas formas de tratar os resíduos, pois há diversos tipos de resíduos gerados.

Sua empresa está preparada para cuidar dos resíduos gerados, além dos recicláveis?

Se ainda não estiver, está na hora de repensar sua gestão.

Responsabilidade compartilhada: entenda mais sobre legislação e logística reversa




Responsabilidade compartilhada: entenda mais sobre legislação e logística reversa

Entende-se por responsabilidade compartilhada um conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, bem como dos consumidores e dos encarregados dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos.
Foi criada a fim de minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, além dos impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos mal descartados.

Resíduos Sólidos e a nossa responsabilidade



Resíduos Sólidos e a nossa responsabilidade


As orientações na PNRS visam o aspecto econômico, uma vez que em função das ações poderá auxiliar a gerar renda; ambiental, pois resultará no alívio dos aterros sanitários e social, por incluir os catadores no ciclo de gerenciamento.
Nós, consumidores, temos muito a contribuir com a nova política, pois uma vez que  estivermos conscientes de nossa responsabilidade e atuarmos, segregando os resíduos em nossas residências, será possível o início da grande reciclagem. Caberá aos governantes e demais envolvidos, como fabricantes de materiais sujeitos à logística reversa, possibilitarem a sequência da mesma, de forma que as metas sejam ao menos parcialmente atendidas nos seus anos iniciais.

Responsabilidade Socioambiental



Está ligada a ações que respeitam o meio ambiente e a políticas que tenham como um dos principais objetivos a sustentabilidade. Todos são responsáveis pela preservação ambiental: governos, empresas e cada cidadão.



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