quinta-feira, 31 de julho de 2025

RDC nº 222/2018 da ANVISA: Boas Práticas na Gestão dos Resíduos de Saúde

RDC nº 222/2018 da ANVISA: Boas Práticas na Gestão dos Resíduos de Saúde

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), por meio da RDC nº 222/2018, estabelece as diretrizes para o gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde. Essa norma é fundamental para garantir a segurança sanitária, a proteção da saúde pública e a preservação do meio ambiente.

A RDC 222/2018 define as boas práticas que devem ser seguidas dentro dos estabelecimentos de saúde, abordando todas as etapas do manejo dos resíduos, desde a geração até a destinação final. Entre os principais pontos exigidos estão:

Segregação: separar corretamente os resíduos no momento em que são gerados, de acordo com sua classificação (infectantes, químicos, perfurocortantes, recicláveis, comuns etc.);
Acondicionamento: utilizar embalagens adequadas e resistentes, devidamente identificadas, para evitar riscos de contaminação e acidentes;
Identificação: rotular de forma clara os recipientes, indicando o tipo de resíduo e sua origem;
Armazenamento: manter os resíduos em locais específicos, seguros e sinalizados até o momento da coleta e transporte.

Essas práticas são obrigatórias para hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios odontológicos, farmácias, entre outros estabelecimentos que geram resíduos de saúde.

Como a Global Soluções Ambientais pode ajudar sua empresa?

A Global Soluções Ambientais oferece soluções completas e personalizadas, de acordo com a RDC nº 222/2018, garantindo o correto gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde e o atendimento às exigências da ANVISA, da Vigilância Sanitária e dos órgãos ambientais.

Nossos principais serviços:

  • 📝 Elaboração e atualização do PGRSS

  • 🚛 Coleta, transporte e destinação final de resíduos infectantes, químicos e perfurocortantes

  • 🧪 Fornecimento de embalagens e materiais certificados

  • 📲 Emissão de MTR eletrônico (SIGOR)

  • 🔎 Assessoria técnica e treinamentos sobre boas práticas

  • 📋 Laudos, certificados e suporte em fiscalizações

👷‍♂️ Todos os nossos serviços são executados por engenheiros capacitados, com agilidade de até 48h, segurança e total conformidade com as normas vigentes.


Fale agora com a Global e regularize sua clínica ou estabelecimento de saúde:

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🌱 Responsabilidade, segurança e agilidade na gestão dos seus resíduos.



A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)

A Política Nacional de Resíduos Sólidos: A Base para uma Gestão Ambiental Responsável

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei nº 12.305/2010, é o alicerce da gestão ambiental no Brasil. Ela estabelece diretrizes fundamentais para o correto manejo dos resíduos, com o objetivo de proteger o meio ambiente e a saúde pública.

Uma das principais contribuições da PNRS é a ordem de prioridade na gestão dos resíduos sólidos, que deve ser seguida por empresas, instituições públicas e pela sociedade em geral. Essa ordem é:

  1. Não geração

  2. Redução

  3. Reutilização

  4. Reciclagem

  5. Tratamento

  6. Disposição final ambientalmente adequada

Essa hierarquia valoriza a prevenção e o uso racional dos recursos, promovendo uma economia circular e sustentável. O descarte deve ser sempre a última opção, adotado somente quando todas as outras alternativas forem esgotadas.

Como a Global Soluções Ambientais atua nesse cenário?

A Global Soluções Ambientais é uma empresa licenciada, especializada na coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos, com foco em segurança, responsabilidade legal e compromisso ambiental. Atuamos com base nos princípios da PNRS, oferecendo soluções completas para geradores de resíduos como:

✅ Clínicas médicas e odontológicas
✅ Hospitais e laboratórios
✅ Indústrias e comércios
✅ Serviços veterinários
✅ Setores públicos e privados

Nossos serviços incluem:

  • Coleta e transporte de resíduos infectantes e perigosos

  • Elaboração de PGRSS (Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde)

  • Tratamento de resíduos com tecnologias seguras e licenciadas

  • Acondicionamento e fornecimento de embalagens certificadas

  • Destinação final de acordo com as normas ambientais

  • Emissão de MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos) eletrônico

  • Acompanhamento técnico e assessoria ambiental especializada

📍Atendemos todo o estado de São Paulo, com agilidade de até 48 horas e equipe formada por engenheiros capacitados.


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🌱 Cuidando do seu resíduo com responsabilidade, ética e compromisso com o futuro.



quarta-feira, 30 de julho de 2025

descarte seguro de resíduos de serviços de saúde

 Para o descarte seguro de resíduos de serviços de saúde em Mogi das Cruzes, empresas como a Global Soluções Ambientais oferecem serviços especializados. Com 10 anos de experiência, a Global Soluções Ambientais realiza a coleta de lixo hospitalar em conformidade com as normas da ANVISA, possuindo todas as licenças e veículos adequados para o transporte seguro.

Os serviços oferecidos pela Global Soluções Ambientais incluem:

  • Coleta de Lixo Hospitalar (Resíduos de Serviço de Saúde RSS)

  • Coleta de Resíduos Industriais

  • Coleta de Resíduos de Construção Civil

  • Descarte de Medicamentos Vencidos

  • Tratamento de Efluentes

  • Incineração

  • Gestão Integrada de Resíduos

  • Assessoria para obtenção do CADRI (Certificado de Aprovação de Destinação de Resíduos de Interesse)

Contato da Global Soluções Ambientais:

  • Telefone: (11) 4722-3991

  • E-mail: suporte@gsambientais.com.br

  • Endereço: Av. Lourenço de Souza Franco, 2662 B - Jundiapeba - Mogi das Cruzes - SP - CEP: 08750-560 

O gerenciamento de lixo infectante é um pilar fundamental da saúde pública e da proteção ambiental.

 O gerenciamento de lixo infectante é um pilar fundamental da saúde pública e da proteção ambiental. Não se trata apenas de cumprir leis, mas de um compromisso contínuo com a segurança de todos. Desde a segregação na fonte até o tratamento e a disposição final, cada etapa é crucial para minimizar riscos e garantir um ambiente mais saudável para as futuras gerações.

Ao entender a complexidade e a importância desse processo, podemos valorizar ainda mais o trabalho de todos os envolvidos e apoiar práticas que garantam um descarte seguro e responsável.

A Teia de Leis e Normas no Brasil

 

A Teia de Leis e Normas no Brasil

No Brasil, o gerenciamento de RSS é um verdadeiro quebra-cabeça de leis e normas que se complementam em níveis federal, estadual e municipal.

  • Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS - Lei nº 12.305/2010): É a base de tudo. Ela estabelece a ordem de prioridade para o manejo de resíduos: primeiro, não gerar; depois, reduzir, reutilizar, reciclar, tratar; e, por último, descartar o que sobrou de forma ambientalmente adequada.

  • ANVISA (RDC nº 222/2018): A Agência Nacional de Vigilância Sanitária define as "boas práticas" dentro dos estabelecimentos de saúde, detalhando como segregar, acondicionar, identificar e armazenar o lixo.

  • CONAMA (Resolução CONAMA nº 358/2005): O Conselho Nacional do Meio Ambiente foca no tratamento e na destinação final dos resíduos, classificando-os em grupos e subgrupos.

  • Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998): Essa lei não brinca em serviço. Quem descumprir as normas pode sofrer sanções penais e administrativas, incluindo multas pesadas.

Além disso, as Normas Técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) fornecem o "passo a passo" operacional, desde a classificação dos resíduos até a simbologia de risco.

🚨 Lixo Hospitalar: Você sabe como ele é descartado? 🚨

Lixo Hospitalar: Você sabe como ele é descartado? 🚨

É um assunto sério, mas essencial para a nossa saúde e para o meio ambiente! O "lixo hospitalar" (ou Resíduos de Serviços de Saúde - RSS) vai muito além de hospitais: clínicas, laboratórios, estúdios de tatuagem... todos geram materiais que exigem um descarte super rigoroso.

Por que é tão importante?

👉 Protege profissionais de saúde e a população de infecções.

👉 Evita a contaminação do solo, da água e do ar.

👉 Garante a segurança de todos!

No Brasil, temos leis federais como a PNRS, ANVISA e CONAMA que ditam as regras, e cada estabelecimento precisa ter um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) para seguir tudo à risca.

Aqui em Mogi das Cruzes, a gestão de resíduos é levada a sério, com um Plano Municipal que garante a segurança da nossa cidade.

E para quem precisa de um descarte seguro e dentro da lei, a Global Soluções Ambientais é especialista! Com 10 anos de experiência, eles cuidam da coleta e tratamento de diversos tipos de resíduos, sempre com as licenças e veículos adequados.

Serviços da Global Soluções Ambientais:

✅ Coleta de Lixo Hospitalar (RSS)

✅ Coleta de Resíduos Industriais e de Construção Civil

✅ Descarte de Medicamentos Vencidos

✅ Tratamento de Efluentes e Incineração

✅ Assessoria para CADRI e Gestão Integrada de Resíduos

Fale com a Global Soluções Ambientais:

📞 (11) 4722-3991

📧 suporte@gsambientais.com.br

📍 Av. Lourenço de Souza Franco, 2662 B - Jundiapeba - Mogi das Cruzes - SP

Cuidar do lixo infectante é um compromisso com a saúde e o futuro! 💚

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A Jornada do Lixo Infectante: Passo a Passo

 

Lixo Hospitalar: O Guia Essencial para o Descarte Seguro no Brasil

Você já parou para pensar no que acontece com o "lixo hospitalar" depois que ele sai de um consultório, laboratório ou hospital? Conhecido tecnicamente como Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), esse tipo de lixo é muito mais complexo e perigoso do que imaginamos. E o Brasil tem uma série de leis e normas rigorosas para garantir que ele seja coletado, tratado e descartado corretamente.

Neste artigo, vamos desvendar esse universo, explicando por que o manejo adequado é tão crucial para a nossa saúde e para o meio ambiente.

O Que é Lixo Infectante e Por Que Ele é Tão Perigoso?

Quando falamos em "lixo hospitalar", estamos nos referindo a uma vasta gama de materiais gerados em qualquer atividade ligada à saúde humana ou animal. Isso inclui não só hospitais e clínicas, mas também laboratórios, farmácias, necrotérios, serviços de acupuntura e até estúdios de tatuagem e piercing.1

Apesar de representar uma pequena parcela do lixo total de uma cidade (cerca de 1% a 3% do peso), o RSS é classificado como perigoso devido às suas características biológicas, químicas ou físicas.1 É por isso que ele exige um manejo diferenciado e, muitas vezes, um tratamento especial antes de ir para o descarte final.

Dentro dessa classificação, o foco principal é o Grupo A, que engloba os resíduos com potencial presença de agentes biológicos que podem causar infecções.4 Pense em culturas de microrganismos, materiais contaminados com sangue ou fluidos corporais, e até mesmo peças anatômicas.4

Os Riscos que Ninguém Quer Correr

O descarte inadequado do lixo infectante traz consequências sérias para todos:

  • Para os Profissionais: Médicos, enfermeiros, pessoal da limpeza e coletores estão constantemente expostos a acidentes com materiais perfurocortantes, que podem transmitir doenças como Hepatite B e C, AIDS e tuberculose.3

  • Para a Saúde Pública: Se não for bem gerenciado, o lixo infectante pode contaminar a população em geral, especialmente catadores de lixo, e espalhar doenças.3

  • Para o Meio Ambiente: O descarte incorreto polui o solo, a água (superficial e subterrânea) e o ar, afetando ecossistemas e a qualidade de vida.3

A boa notícia é que investir em prevenção e em um gerenciamento correto é muito mais eficaz e menos custoso do que lidar com as consequências de acidentes e contaminações.4

A Teia de Leis e Normas no Brasil

No Brasil, o gerenciamento de RSS é um verdadeiro quebra-cabeça de leis e normas que se complementam em níveis federal, estadual e municipal.

  • Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS - Lei nº 12.305/2010): É a base de tudo. Ela estabelece a ordem de prioridade para o manejo de resíduos: primeiro, não gerar; depois, reduzir, reutilizar, reciclar, tratar; e, por último, descartar o que sobrou de forma ambientalmente adequada.6

  • ANVISA (RDC nº 222/2018): A Agência Nacional de Vigilância Sanitária define as "boas práticas" dentro dos estabelecimentos de saúde, detalhando como segregar, acondicionar, identificar e armazenar o lixo.1

  • CONAMA (Resolução CONAMA nº 358/2005): O Conselho Nacional do Meio Ambiente foca no tratamento e na destinação final dos resíduos, classificando-os em grupos e subgrupos.2

  • Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998): Essa lei não brinca em serviço. Quem descumprir as normas pode sofrer sanções penais e administrativas, incluindo multas pesadas.5

Além disso, as Normas Técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) fornecem o "passo a passo" operacional, desde a classificação dos resíduos até a simbologia de risco.5

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS): Seu Manual de Segurança

Todo estabelecimento que gera RSS é obrigado a ter um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS).1 Pense nele como um manual detalhado que descreve cada etapa do manejo do lixo, desde o momento em que ele é gerado até sua disposição final.

O PGRSS deve ser elaborado por um profissional qualificado e mantido sempre atualizado.4 A responsabilidade pelo lixo não termina na porta do estabelecimento; ela se estende por toda a cadeia, até o descarte final. Isso significa que o gerador é solidariamente responsável por garantir que transportadores e empresas de tratamento também sigam as regras.4

A Jornada do Lixo Infectante: Passo a Passo

O manejo do lixo infectante é uma sequência de etapas que exige atenção e conformidade:

  1. Segregação na Fonte: Essa é a etapa mais importante! O lixo deve ser separado no momento e local de sua geração, de acordo com sua classificação (infectante, químico, comum, etc.).1 Separar corretamente reduz riscos, diminui custos e permite a reciclagem do lixo comum.3

  2. Acondicionamento e Identificação:

    • Lixo Infectante (Grupo A): Deve ser colocado em sacos plásticos brancos leitosos, resistentes e impermeáveis, dentro de lixeiras com tampa acionada por pedal.3

    • Materiais Perfurocortantes (Grupo E): Agulhas, lâminas e vidros quebrados vão para recipientes rígidos, resistentes a perfurações, com tampa e identificação clara.3

    • Identificação: Todas as embalagens devem ter símbolos e frases que indiquem o tipo de risco, como o símbolo de substância infectante (um rótulo branco com desenho preto).3

    A padronização dessas embalagens e identificações é vital para a segurança e eficiência de todo o processo.

  3. Coleta e Transporte Interno: O lixo é levado dos pontos de geração para as áreas de armazenamento em carros coletores específicos, que devem ser desinfetados após cada uso.3 As rotas são planejadas para evitar o cruzamento com áreas de pacientes ou materiais limpos, e os profissionais usam Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados.3

  4. Armazenamento Temporário e Externo: O lixo é guardado em locais específicos dentro do estabelecimento, que devem ser bem sinalizados, ventilados e com acesso restrito.3 O armazenamento externo (abrigo de resíduos) é o ponto final antes da coleta externa e tem requisitos rigorosos de localização, estrutura e higiene para evitar contaminação.3

  5. Tratamento: Neutralizando a Ameaça: O tratamento visa transformar o lixo perigoso em algo menos ou não nocivo. Para os resíduos mais infectantes (subgrupos A1 e A2), é obrigatório um tratamento que reduza a carga microbiana a um nível seguro (Nível III de inativação microbiana).4

    • Autoclave: Usa calor e umidade sob alta pressão para eliminar microrganismos.14 O material é descontaminado, triturado e pode ir para um aterro sanitário comum.14

    • Incineração: Queima controlada de resíduos, usada para peças anatômicas humanas (Subgrupo A3).4

    • Tratamento Térmico sem Combustão: Outras tecnologias que usam calor sem queimar, regulamentadas por órgãos como a CETESB em São Paulo.6

  6. Coleta e Transporte Externo e Disposição Final: Após o tratamento, o lixo é coletado por empresas especializadas. A frequência da coleta deve ser diária ou, no mínimo, três vezes por semana, para evitar riscos.3 Os veículos de transporte externo também têm requisitos específicos e devem ser identificados com o símbolo de risco biológico.3

    A disposição final é o descarte em aterros sanitários licenciados. É importante saber que resíduos do Grupo A não podem ser reciclados, reutilizados ou reaproveitados.4 Para alguns subgrupos (A1 e A2), o tratamento prévio é obrigatório antes do aterro.4 Para o A4, o tratamento prévio pode ser exigido pelos órgãos ambientais locais.4

A Realidade Local: Mogi das Cruzes, SP

Em Mogi das Cruzes, assim como em outros municípios, a gestão de resíduos é integrada. A cidade possui um Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS), aprovado pela Lei Complementar nº 103/2013.17 Esse plano alinha-se à Política Nacional de Resíduos Sólidos e define como a cidade vai gerenciar seus resíduos, incluindo os de serviços de saúde.7

Hospitais como o Hospital Municipal de Mogi das Cruzes (HMMC) implementam seus próprios PGRSS para garantir a conformidade.11 Empresas especializadas em coleta de lixo hospitalar em Mogi das Cruzes operam sob as normas da ANVISA e possuem as licenças necessárias.22

Serviços Especializados em Mogi das Cruzes

Para o descarte seguro de resíduos de serviços de saúde em Mogi das Cruzes, empresas como a Global Soluções Ambientais oferecem serviços especializados. Com 10 anos de experiência, a Global Soluções Ambientais realiza a coleta de lixo hospitalar em conformidade com as normas da ANVISA, possuindo todas as licenças e veículos adequados para o transporte seguro.22

Os serviços oferecidos pela Global Soluções Ambientais incluem:

  • Coleta de Lixo Hospitalar (Resíduos de Serviço de Saúde RSS) 23

  • Coleta de Resíduos Industriais 24

  • Coleta de Resíduos de Construção Civil 24

  • Descarte de Medicamentos Vencidos 24

  • Tratamento de Efluentes 24

  • Incineração 24

  • Gestão Integrada de Resíduos 24

  • Assessoria para obtenção do CADRI (Certificado de Aprovação de Destinação de Resíduos de Interesse) 24

Contato da Global Soluções Ambientais:

  • Telefone: (11) 4722-3991 23

  • E-mail: suporte@gsambientais.com.br 23

  • Endereço: Av. Lourenço de Souza Franco, 2662 B - Jundiapeba - Mogi das Cruzes - SP - CEP: 08750-560 23

Conclusão: Um Compromisso com a Saúde e o Futuro

O gerenciamento de lixo infectante é um pilar fundamental da saúde pública e da proteção ambiental. Não se trata apenas de cumprir leis, mas de um compromisso contínuo com a segurança de todos. Desde a segregação na fonte até o tratamento e a disposição final, cada etapa é crucial para minimizar riscos e garantir um ambiente mais saudável para as futuras gerações.

Ao entender a complexidade e a importância desse processo, podemos valorizar ainda mais o trabalho de todos os envolvidos e apoiar práticas que garantam um descarte seguro e responsável.

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Você sabia que a responsabilidade pelo resíduo da sua empresa vai do "berço ao túmulo"?

Você sabia que a responsabilidade pelo resíduo da sua empresa vai do "berço ao túmulo"? 🌍💼 Desde 2009, a Global Soluções Ambient...